"Entre o hipotético achamento da ixola otinticha cerca de 1447
ou as viagens de Diogo de Teive em 1452 e as viagens de Pero de Barcelos
e de João Fernandes, o Lavrador, entre 1492 e 1495, só estas últimas é
que pensamos serem passíveis de maior clarificação documental na
sequência dos estudos já realizados por Manuel C. Baptista de Lima,
contestando posições de Samuel Morison e alinhando com Ernesto do Canto,
que descobrira com grande alegria o processo litigioso na Terceira,
onde se revelara o nome dos dois navegadores que por uns três anos
tinham andado a descobrir no Atlântico Norte" in Prefácio de José Manuel
Garcia
quinta-feira, 18 de abril de 2019
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